Arquitetura e trabalho livre I: O canteiro e o desenho e seus desdobramentos

Arquitetura e trabalho livre I: O canteiro e o desenho e seus desdobramentos

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Arquitetura e trabalho livre I abre uma série de volumes que reúne escritos de Sérgio Ferro, arquiteto, pintor e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (1962-1971) e da École d’Architecture de Grenoble (1973-2003).

Neste primeiro volume está O canteiro e o desenho , seu mais importante e polêmico trabalho. O título aparentemente simples pressupõe a complexidade de toda uma experiência histórica em que a arquitetura teve papel destacado, culminando na construção de Brasília. Ainda como estudante, o autor já colaborava em projetos para a nova capital e, no decorrer das obras, intuiu que a mesma lógica autoritária unia o desenvolvimentismo dos anos JK e o modernismo de Niemeyer às negociatas de velho estilo e a uma brutal exploração do trabalho humano. Tudo em grande escala.

Essa experiência levou Sérgio Ferro a considerar o período ditatorial pós-1964 como relativa continuidade do precedente, mas não impediu que radicalizasse suas posições políticas até a prisão, a tortura e o exílio. Por isso, O canteiro e o desenho foi redigido longe do Brasil. Publicado em 1976, desde então vem provocando todo o establishment da arquitetura. A crítica que faz do projeto arquitetônico como instrumento para a acumulação de capital, por meio da mais degradante condição para o trabalho humano dentro do canteiro, abrange um arco que vai de Brunelleschi (1377-1446) a Le Corbusier (1887-1965), continuando até hoje quase sem brechas. Nestas, porém, Sérgio Ferro vislumbra outra prática, fundada no que chama de trabalho livre, apontando para uma sociedade igualitária, sem o jugo do capital.

Completam esta nova edição considerações do próprio autor sobre os debates suscitados por O canteiro e o desenho , uma apresentação de Pedro Fiori Arantes, organizador do volume, além de textos explicativos assinados por Paulo Bicca, Vincent Michel e Pierre Bernard.

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