Rio no bolso e o quintal amarelo, o

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Um rio guardado no bolso, para Estevão, lembra uma infância que se leva para a vida toda, um lirismo que o artista preserva, principalmente quando se chega ao meio de uma existência e se faz natural olhar para frente, mas também para trás. “Escolhi essa imagem para me guiar por esse trabalho. Uma bússola afetiva. São poemas que há muito não fiz, poemas tardios que só brotam a uma certa distância da infância. É quando nos é permitido avistar um largo relevo, um certo vento ou mesmo uma gaveta. Acredito que o mundo anda precisando dessa geografia”, escreve.